Direito à informação ambiental no contexto da sociedade tecnológica: análise do recurso especial nº 1857098/MS e suas implicações para os ODS da ONU
DOI:
https://doi.org/10.20435/ius.v7i8.101Palavras-chave:
direito à informação ambiental, transparência, democracia, objetivos de desenvolvimento sustentável, sustentabilidadeResumo
Este artigo examina, no contexto da sociedade tecnológica, o direito ao acesso à informação ambiental no Brasil, destacando a análise do recurso especial nº 1857098/MS e suas implicações para os ODS da ONU. Faz parte da presente pesquisa o estudo da Lei nº 10.650/2003 e do Decreto nº 6.514/2008 pela importância na promoção da transparência ambiental. Embora se esteja no contexto da sociedade tecnológica e a legislação tenha facilitado o acesso aos dados e promovido a participação pública em questões ambientais, esse estudo identifica desafios significativos, como a limitação do acesso à informação aos órgãos do SISNAMA e a necessidade de alinhamento com as tecnologias de comunicação modernas. Enfatiza-se a importância de se expandir o escopo da legislação e adotar tecnologias digitais para garantir um acesso mais amplo e eficiente à informação ambiental, em conformação com a promoção da sustentabilidade e com a concretização dos ODS, especialmente os relacionados à transparência, à justiça ambiental e à colaboração entre diferentes atores sociais. A pesquisa adotou o levantamento bibliográfico e documental, com base em disposições normativas, especialmente, análise do recurso especial nº 1857098/MS.
Referências
BENJAMIN, Antônio Herman. Direito Constitucional Ambiental Brasileiro. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2011.
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Presidência da República, 1988. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm?utm_source=chatgpt.comAcesso em: 4 dez. 2023.
BRASIL. Lei nº 10.650, de 16 de abril de 2003. Dispõe sobre o acesso público aos dados e informações existentes nos órgãos e entidades integrantes do Sistema Nacional do Meio Ambiente – SISNAMA. Brasília-iDF: Presidência da República, 2003. Disponível em: Lei nº 10.650/2003. Acesso em: 4 dez. 2023.
BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Recurso Especial n. 1857098/MS. Relator: Min. Og Fernandes, 20 maio 2022. Brasília-DF: STJ, 2022. Disponível em: https://scon.stj.jus.br/SCON/GetInteiroTeorDoAcordao?num_registro=202000064028&dt_publicacao=24/05/2022. Acesso em: 5 dez. 2023.
BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Agenda 2030, [s.d.]. Disponível em: https://portal.stf.jus.br/hotsites/agenda-2030/. Acesso em: 5 dez. 2023.
NAÇÕES UNIDAS BRASIL [ONU]. Transformando Nosso Mundo: a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Rio de Janeiro, 2015. Disponível em: https://brasil.un.org/sites/default/files/2020-09/agenda2030-pt-br.pdf . Acesso em: 4 dez. 2023.
PEIXOTO, Bruno; CODONHO, Maria Leonor. Como a corrupção está destruindo o meio ambiente. Revista de Direito Ambiental: RDA, v. 23, n. 91, p. 49–83, jul./set. 2018.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Rachel de Paula Magrini Sanches

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Direitos Autorais para artigos publicados nesta revista são do autor, com direitos de primeira publicação para a revista. Em virtude de aparecerem nesta revista de acesso aberto (Open Access) sob a licença Creative Commons Attribution (que permite uso, distribuição e reprodução em qualquer meio, sem restrições, desde que o trabalho original seja corretamente citado), os artigos são de uso gratuito, com atribuições próprias, em aplicações educacionais e não-comerciais.